OPINIÃO

EDITORIAL – NÃO À PROPAGAÇÃO DO ÓDIO

Imagem de JoeBamz por Pixabay 

Recentes na rotina de grande parte do povo brasileiro, as redes sociais e aplicativos de mensagens se tornaram algo quase impositivo. O hábito de olhar as horas no relógio de pulso foi substituído por olhar as novidades no “zap” ou naquela rede social onde a qualquer momento se encontra os amigos, suas imagens e atividades mais recentes.

Embora essas redes sociais e aplicativos tenham o mérito de promover reencontros, aproximar as pessoas, propagar legítimos ideários políticos e até difundir arte e cultura, por outro lado, trazem informações falsas, onde se propaga o ódio e se lançam ataques virulentos a governos, tribunais, cidadãos comuns e à democracia. Interessante que autoridades, parlamentares e militantes políticos que, no afã de impor seu pensamento, acabam agredindo e cometendo, utilizando as redes sociais como uma “rinha de galos”. Isso quando não utilizam perfis falsos, ou fakes, como se diz.

A democracia foi duramente reconquistada. Por ela, muitos lutaram de maneira intensa e dialogada e propor retrocessos ou desrespeitar pessoas e instituições, seja pessoalmente ou em rede social é maléfico e desconstrói.

Devemos trilhar o caminho da união e da busca por soluções para os graves problemas do país, por vezes ofuscados pela pandemia do covid-19, mas que estão aí. E a pandemia, que se alastra, também precisa de cada um fazendo sua parte, para que possamos vencê-la.

É preciso lembrar que há inúmeros profissionais mobilizados – sejam da área médica, segurança, pesquisa e outros – dando o máximo de si, com o risco da própria vida para que essa vitória ocorra. O país precisa urgentemente de um ambiente nas redes sociais pacífico e respeitoso.

Unidos seremos sempre mais fortes.

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