Folclore

Festas Populares

Senador Valdon Varjão e Embaixador da Costa do Marfim.

Pesquisa de Malba Thania A. Varjão

Nas Festas Populares ou Folguedos Folclóricos:
 
Como eram denominadas as comemorações no campo ou na cidade, nas festas juninas erguiam-se fogueiras, com danças de quadrilhas e fincava-se um arvoredo no meio da fogueira para atrair a meninada. À queda do arvoredo, soltavam-se foguetes e buscapé. Nas zonas rurais , por vezes não era possível realizar o casamento oficial, devido a escassez de escrivãos e párocos, então celebravam-se uniões à beira da fogueira , com testemunhas e por essas ocasiões também eram celebrados batizados.Os compadrescos, mesmo sem constar os afilhados eram realizados por conveniência ou por prova de amizade entre adultos e crianças. Muitas “simpatias” eram realizada por ocasião das festas juninas, e a maioria delas se prendiam a assuntos amorosos.

Nas Festas Religiosas:
Costumava-se improvisar uma grande barraca, e na frente da casa, fincar um mastro com a efígie do santo da devoção; seja Santo Antônio ou São Pedro. A iluminação era feita por lampiões ou lamparinas já que não existia luz elétrica e era de costume dar-se rajadas de tiros de revólveres como motivo de alegria da comunidade. No Natal,erguiam-se presépios denominados “Lapinhas de Belém”, eram geralmente construídas num canto da sala das casas, com cobertura de folhagem e duravam até o “Dia de Reis”. As “rezas das “lapinhas”, muitas vezes eram conseqüência de promessas, sempre havia nas mesmas farta distribuiçaão de comidas e bebidas.

Rezas e Benzimentos:
Eram comuns em muitos casos, principalmente devido a pobreza de recursos financeiros e dificuldades nos meios de vida, carência de hospitais e medicamentos, as recorriam à hieroterapia (raízes, beberagens, rezas, benzições, promessas e simpatias) para casos de doenças em pessoas ou animais, aos curandeiros populares que receitavam garrafadas e os benzedores intercediam com seus recursos hierológicos.

Na vida rotineira do dia-a-dia:
O homem sempre tomava a frente dos trabalhos mais grosseiros, como construção de habitações, fabricação de carros de bois e transportes pesados; o engenho e o escaroçador para moagem de grãos; oficina de fazer farinha; monjolo para beneficiar arroz e a mulher, desempenhava função na economia doméstica.além de cuidar da casa e ajudar o homem em quase todas as suas tarefas,trabalhava na roça; fiava no tear para tecer peças do vestuário; fabricava sabão caseiro, feito de soda cáustica para lavar a roupa da família, lavava toda a roupa da casa, preparava as refeições. Fabricavam potes de barro;chapéus de palha; esteiras; peneiras; tecidos de algodão de fiação; rendas de bilro; costurava toda a vestimenta da família; suprindo assim todas as necessidades da casa e da família.

Pratos Típicos Regionais:
Além dos pratos triviais: marizabel, galinhada, plantavam hortas para suprir as necessidades domésticas diárias, ainda faziam bolos de arroz, de milho, de mandioca (mané pelado); do arroz: bolo, arroz-doce, cuscuz; do milho:bolo-virado, pamonha, cuscuz, angu, canjica, beijus de mandioca e polvilho (tapioca); além de outros produtos associados ao cotidiano caseiro.
 


Folclore

Gruta do Pezinho.

Por folclore, se compreende o conjunto de tradições, conhecimentos e crenças populares, expressões e provérbios, cantos, contos, lendas, conjunto de canções populares de uma época, costumes, crendices de um povo, enfim os valores que este povo perpetua formando assim a cultura popular.

O folclore tem por finalidade manter viva as tradições. A identidade e o valor de um povo reside na preservação da sua história e de sua gente.

Cultura Popular

As manifestações culturais sempre estiveram presente na vida de todos os povos e civilizações, desde a pré-história até os dias atuais: A dança; a música; a poesia e o teatro sempre foram fenômenos entre os brasileiros. Tudo o que vivemos e está presente no nosso dia-a-dia, faz parte de nossa cultura, como manifestação de nossas raízes; herança de nossos antepassado; e se manifesta de diferentes formas: em ritos; rituais de passagem; mitos; crenças; lendas e celebrações festivas das mais diversas. Através da cultura expressamos nossos valores, sentimentos e visão de mundo. Viemos de uma miscigenação de raças e nossa cultura expressa nítida e perceptívelmente esta herança, nossos valores culturais apeendidos através dos tempos, nossa comemorações festivas.

DATAS COMEMORATIVAS:
06/01/_Folia de Reis
24/02– Carnaval
08/03– Dia Internacional da Mulher
19/04– Dia do Índio
21/04– Tiradentes
01/05– Dia do Trabalho
10/05– Dia das Mães
05/06– Dia do Meio Ambiente
13/06–Festa Padroeiro Sto.Antônio
24/06_Festa de São João
09/08– Dia dos Pais
11/08– Dia do Estudante
22/08– Dia do Folclore
25/08– Dia do Soldado
07/09– Independência do Brasil
15/09– Aniversário da cidade
21/09– Dia da Árvore
12/10– Dia da Criança
15/10 – Dia do Professor
29/10– Dia Nacional do Livro
15/11– Proclamação da República
19/11– Dia da Bandeira
20/11– Dia da Consciência Negra
25/12_ Natal


Folclore, costumes e vivências

As nossas tradições regionais tiveram raízes que se aprofundaram noutras terras,onde se ergueu a árvore da brasilidade e a sombra veio projetar-se nesses rincões distantes do nosso Mato Grosso.

Foi da Bahia, principalmente, e de outros estados do nordeste que procederam os primeiros habitantes. Por certo não só procuravam pedras preciosas, mas também terras férteis que se prestassem ao cultivo.

Os chegantes encontraram as mesmas características externas da terra, os aspectos dos gerais e semelhantes condições climáticas, à primeira vista um prolongamento geográfico de seu território natal.

Nos prenúncios deste século, imigraram famílias do nordeste, num afluxo constante , distibuindo-se em grupos populacionais na região, conservando os mesmos costumes e hábitos, as experiências vividas eram sua bagagem cultural.

Folclore, costumes e vivências

Os costumes, as crendices e o folclore que imperaram na região garimpeira do Vale do Araguaia foram importados do nordeste. A partir da Lei nº121, de 15 de setembro de 1948, é dada nova denominação ao município de Araguaiana.

Barra do Garças deixa de ser a currutela garimpeira, por estar geograficamente mais bem situada, passa a ser a sede do município e é elevada a categoria de cidade. Foi uma decisão polêmica, porém inevitável.

Quando, em 1924,Antônio Cristino, a procura de um lugar para viver chega a Barra do Rio Garças, e compra de José Pedro uma propriedade da Água Quente, constando de rancho e curral, surge a conversa sobre garimpo.Cristino Côrtes decide começar a exploração colocando gente que surgissem para garimpar e que mais tarde pudessem lutar pelo Garças, tinha o sonho de transformar a corrutela em cidade. Em 1926 já havia um grande número de casas, embora cobertas de babaçu.

Cristino Côrtes é o primeiro a cobrir a sua de telha e incentivar outros,o comércio vai surgindo e tudo vai mudando.A vida se prende ao labor do garimpo e a pequenas lavouras que vão surgindo. Surgem as festas:Francisco Dourado festeja o Divino todos os anos, com o mesmo ritual de sua terra a Bahia, Põe imperador, imperatriz e pajem e todos os personagens dos tempos dos senhores escravos da velha Bahia.

Cristino também tem a sua devoção com seu santo forte:Santo Antônio o padroeiro da cidade.
Até 1932, Barra do Garças estacionou. A partir de 1936, com a criação do Distrito de Paz, Barra do Garças dá um grande salto. Tornando-se independente de Araguaiana.

Nos penúncios deste século, imigraram famílias do nordeste, num afluxo constante, distribuindo-se em grupos populacionais na região, conservando os mesmos hábitos e costumes, experiências de vida e bagagem cultural.

A princípio, devido à inexistência de meios de comunicação e transporte,foi enorme o esforço desenvolvido no sentido do estabelecimento dos primeiros contatos.

A correspondência era feita através do lombo do burro e, em caráter particular, mercadorias eram transportadas em tropas ou em carros de bois, ou através de lanchas ou barcos que navegavam o Araguaia, trazendo levas de nordestinos que vinham tentar a vida nesta região. Estes também eram os veículos que traziam as notícias periódicas de outros lugares.

A sociedade da época não era estratificada. Devida as condições de vida das pessoas, era possível identificar a classe social possuíam em outras regiões de onde provinham: independente, pobre ou paupérrima.

A classe independente, compunha-se, geralmente de pessoas idosas, cujos haveres eram constituídos de terras, gado, casas residenciais e viviam exclusivamente do usufruto deles.

A classe pobre, que correspondia à média de hoje, era formada de gerações que se dedicavam à lavoura, à criação de animais, ao comércio e às outras atividades. Entre à classe independente e a pobre, havia pouca diferença em relação aos costumes,estilo de vida, vestuário, alimentação, hábitos e diversões.

A classe paupérrima, sempre mais numerosa,morava em condições precárias, em palhoças,cobertas de palmas ou palhas, nas “pontas de ruas” e nos campos, possuíam uma total dependência da natureza para prover a sua subsistência, eram catadores naturais de tudo que a natureza lhes oferecia.

Muitos traziam como bagagem a influência da cultura nordestina, mostrando a real importância da cultura para a estratificação social numa “terra de ninguém” e aqui numa grande irmandade, sedimentaram através dos tempos suas longas tradições.

Com a chegada da Fundação Brasil Central, na chamada Marcha para Oeste, os costumes, tradições e vivências importados do nordeste sofreram grandes modificações no Vale do Araguaia.

Um grande contingente de cariocas e paulistas a partir do ano de 1943, associaram seus hábitos aos que prevaleciam na região.

Depois de 1970, com a televisão e a migração sulista, de gaúchos e paranaenses ou catarinenses, houve também acentuada associação de novas vivências, melhoria no aspecto geral da cidade, postes de iluminação pública, novos estilos de habitação, uso de água encanada, calçamento nas principais avenidas, novos costumes foram sendo adotados formando-se um cosmopolitismo de costumes: sotaques, palavreados e gírias,festas populares e músicas, danças e quitutes, novas tradições e valores foram sendo assimilados pela nova sociedade.

Barra do Garças deve seu progresso a duas migrações: a garimpeira durante a implantação do núcleo e a gaúcha, pela sua fase desenvolvimentista.

É uma cidade que tem uma das mais lindas história e um passado glorioso. Tem sido insistentemente noticiada pela imprensa nacional, por suas belezas naturais e por ter sido palco de inúmeros fatos, dentre eles:
_ Quartel- General da Revolta Morbeck versus Carvalhinho; 1925.
_Penetração da Marcha para Oeste, Expedição Roncador-Xingu e Fundação Brasil Central, na conquista da Amazônia;
_Primeiro Sequestro Aéreo Brasileiro, Revolução de Aragarças, comandada pelo Major Veloso;

Varjão em seu livro: BARRA DO GARÇAS NO PASSADO,faz uma retrospectiva dos fatos relevantes que deram início à sua povoação e seu passado heróico enaltecendo o seu desenvolvimento e plagiando um velho sábio diz:”infeliz do indivíduo ou cidade que não cultua sua história e que não se orgulha de seu passado”.


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