Contexto histórico de Barra do Garças

Fatos Históricos

Barra do Garças no passado.

Pesquisa realizada por Malba Thania A. Varjão

A política centralizadora de Getúlio Vargas se fez sentir em Mato Grosso: interventores federais foram nomeados por entre exercícios de curto governo.

A 16 de julho de 1934, o Congresso Nacional promulgou uma nova Constituição Federal, que foi seguida pela estadual mato-grossense, a 07 de setembro de 1935. O título de presidente foi substituído pelo de governador. Os constituintes estaduais elegeram o Dr. Mário Corrêa da Costa para governador, que tomou posse como o 12º governo constitucional. Foi este um governo marcado por agitações políticas. A normalidade voltou com a eleição do bel. Júlio Strubing Müller pela Assembléia Legislativa para governador, que assumiu o cargo em 04 de outubro de 1937. Neste mesmo ano foi fundado o 1º diretório político em Barra do Garças, por Antônio Cristino Côrtes e Cel.Sérgio Brum. Com a finalidade de apoiar a candidatura de Armando Sales Oliveira para a Presidência da República. Ocorrendo o golpe do “Estado Novo” de Getúlio Vargas a 10 de novembro de 1937, o Estado de Mato Grosso passou ao regime de interventoria novamente. Nesse período registraram-se progressos econômicos e notável participação de Mato Grosso na Segunda Guerra Mundial.

Em 1942 foi fundada a Sociedade Garimpeira em barra do Garças, promovendo grande movimentação no Rio das Garças, neste mesmo ano foram encontradas as maiores manchas diamantíferas na região.

Também em 1942, aconteceu a “Virada do Zeca Costa”, movimento que atraiu mais de 6.000 garimpeiros e extraída grande quantidade de diamantes na região.
Em 06 de agosto de 1943, teve início a Expedição Roncador – Xingu.Com a finalidade de desbravar o Brasil Central,criada pelo Ministro João Alberto e chefiada peloCel.Flaviano de Matos Vanique,passo definitivo para a “Marcha para Oeste”,preconizada por Getùlio Vargas.

Em 08 de setembro de 1943, foi transformada a Expedição Roncador- Xingu em Fundação Brasil Central.

Em outubro de 1945 acontece a 1ª eleição presidencial.

Barra do Garças sufraga o nome do Presidente Eurico Gaspar Dutra.

Por efeito da Constituição Federal de 1946, um novo período de normalidade se instituiu. A Assembléia Constituinte de Mato Grosso elegeu o primeiro governador do período, Dr. Arnaldo Estevão de Figueiredo.

A 03 de outubro de 1950 houve eleições para governador, concorrendo Filinto Müller, pelo Partido Social Democrata e Fernando Corrêa da Costa pela União Democrática Nacional. Venceu Fernando Corrêa, que tomou posse a 31 de janeiro de 1951, governando até 31 de janeiro de 1956.

Fernando Corrêa da Costa instalou a Faculdade de Direito de Mato Grosso, núcleo inicial da futura Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT.

A história da História
Em maio de 1936, passou por Barra do Garças, o Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança,juntamente com seus filhos: Dom João e Princesa Dona Francisca. Ele era filho da princesa Izabel , a Redentora e neto de Dom PedroII, imperador do Brasil. Foi a visita mais ilustre que Barra do Garças já recebeu até hoje,apesar de já haver sido visitada pelos Presidentes da República como:Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra ,em 1945, Juscelino Kubitschek, em1956, por Jânio Quadros e Adhemar de Barros, quando candidatos em 1960,pelo inesquecível Dr.Tancredo de Almeida Neves por duas vezes:uma para fundar o Partido Popular como correligionário político de Varjão em 25/01/1980 e outra como presidente eleito em 22/01/1985. Quando Barra do Garças o homenageou com um título de Cidadão Barragarcense.

Varjão participou do 1º mandato da Administração Pública 1947/1950 como secretário do então prefeito Antônio Paulo da Costa Bilego.
No 2ºmandato 1950/1954 foi eleito vereador. No 3ºmandato 1955/1959 foi presidente da câmara e assumiu a administração como prefeito substituto do então prefeito Ladislau Cristino Côrtes.

No 4ºmandato 1958/1963 foi eleito prefeito municipal. De 1963/1967 foi Deputado Estadual e 2º Secretário da Mesa Diretora.

João Ponce de Arruda recebeu das mãos de Fernando Corrêa o governo de Mato Grosso, administrando o Estado por cinco anos, de 31 de janeiro de 1956 até 31 de janeiro de 1961.

Em 24 de fevereiro de 1956 as Irmãs Salesianas chegaram à Barra do Garças.

Em 06 de fevereiro de 1957, foi inaugurada a ponte Ministro João Alberto, construída entre 1952 e 1954.

Em 19 de janeiro de 1958, faleceu no Rio de Janeiro, Cândido Mariano da Silva Rondon ou simplesmente o Marechal Rondon,grande matogrossense. .

Em 31 de janeiro de 1961, pela segunda vez, o médico Fernando Corrêa da Costa tomou posse como governador. Em seu segundo mandato ocorreu a Revolução de 31 de março de 1964, permaneceu à frente do executivo até 15 de março de 1966. Em 1962 foi instalado o 1º Ginásio Estadual de Barra do Garças, em 08/12/1966 formou-se a 1ª turma tendo como diretor o Prof. Ernesto Capocci. Em 1969, foi inaugurada a Repetidora TV Anhanguera de Goiânia, Canal 02.

Em 14/12/1969, foi inaugurado o Serviço Telefônico.

Em 1972, foi inaugurado o 1º jornal impresso: “Correio da Fronteira”.

Em 1977, foi lançada a 1ª Revista de Barra do Garças:”Gazita”, cujo diretor Valdon Varjão, fazia um trabalho pioneiro e divulgatório de Barra do Garças e região.

Em 30/04/1977, foi inaugurado o prédio do Fórum e em 1978 a 1ª Emissora de rádio, denominada: Rádio Aruanã AM 560.

Filinto Müller se projetou como senador, nacionalmente. Líder do governo no Senado Federal.

Ao par do progresso material, o Estado desenvolveu-se culturalmente. No governo de Pedro Pedrossian, que governou por cinco anos.

Mato Grosso tornou-se ponto de apoio ao governo federal para o projeto de integração da Amazônia, desfraldado o slogan “integrar para não entregar”.

Uma das conseqüências do desenvolvimento foi o desmembramento do território, formando o Estado de Mato Grosso do Sul, a 11 de outubro de 1977, através da Lei Complementar nº. 31. O novo Estado foi instalado a 1º de janeiro de 1979.

No período pós Estado Novo, dois mato-grossenses subiram à Presidência da República: Eurico Gaspar Dutra e Jânio da Silva Quadros.

A crise econômica brasileira se tornou aguda nesse período com a desvalorização acelerada da moeda nacional.

Sem os suportes de projetos federais especiais para a fronteira agrícola, os migrantes em parte se retiraram de Mato Grosso.

No entanto, um projeto de maior monta é o conjunto de infra-estrutura de transporte.


Evolução Histórica de Barra do Garças

Prefeito de Canarana Arlindo Schwantes e Vereador valdon Varjão na 2ª Megafeira Agroindustrial de Barra do Garças-MT

Pesquisa realizada por Malba Thania Alves Varjão

A origem de Barra do Garças está ligada à migração de nordestinos que fugindo das intempéries da seca, atraídos pela propaganda de riquezas nos garimpos de mato Grosso, começaram a buscar esta região. A célula-máter foi Araguaiana (ex- Registro do Araguaia), cidade que teve papel meritório no povoamento do Centro-Oeste Brasileiro.

O passado faustoso de Registro do Araguaia, deu-se nas décadas de 1910 a 1940, e foi exatamente ali, no seu porto que os Bandeirantes Paulistas fizeram a travessia do Rio Grande, antiga denominação do Rio Araguaia, na busca das peações de silvícolas, quando encontraram as lendárias:”Minas dos Martírios”no século XVII (1667), no local denominado Araés, onde se deu o encontro das Bandeiras de Barlolomeu Bueno e Manoel Campos Bicudo, nas quais viajavam seus filhos menores, Bartolomeu Bueno Da Silva (Anhanguera) e Antônio Pires de Campos, e mais tarde, 1712 e 1747,voltaram no roteiro deixado por seus pais e passaram a perseguir o encontro das Serras dos Martírios, ocasião em que o primeiro descobriu Goiás e o segundo as Minas dos Araés.

O desenvolvimento econômico de Barra do Garças se deu em 4 fases distintas:

Primeira fase : GARIMPEIRA

A 1ª fase vivida nos anos 1924 a 1942, quando um grupo de garimpeiros instalaram-se na região a procura por gemas preciosas, edificaram as primeiras casas, alinharam as ruas, dando início à povoação. Foi neste período que Barra do Garças serviu de Quartel –General dos revoltosos de Morbeck,revolução garimpeira que se processou na Região do Rio Garças,dando origem ao município de Barra do Garças que veio a ser encampado do município de Araguaiana, passando à distrito de Barra do Garças.

As primeira notícias acerca da região se deram por conta das lendárias Minas dos Martírios, no século XVII. Neste período o imenso quadrilátero barra-garcense era habitado de cima abaixo por povos indígenas das nações boróro e xavante. A região teve efetivo início povoador com a navegação do rio Araguaia, ao tempo da Guerra do Paraguai, quando o presidente da Província, Couto Magalhães, viu a necessidade de ligação entre as bacias hidrográficas do Prata e Tocantins, unindo o sul ao norte, pelo centro.

Iniciou-se então a navegação do rio Araguaia. Couto Magalhães mandou transportar em carros-de-boi, três navios, desmontados para viagem – do Rio Cuiabá até o Porto de Itacaiú, onde seriam montados. Foram criados presídios, que serviam também de posto de registro: Ínsula, Passa Vinte e Macedina. O presídio de Ínsula foi transferido para as margens do Rio Araguaia, em lugar denominado Porto Grande, que ficou cognominado Registro do Araguaia. Nas andanças entre presídios, os militares faziam postos na foz do rio Garças. O local de referência era assinalado por uma pedra, a pedra da Barra Cuiabana, a primeira denominação de Barra do Garças. A pedra da Barra Cuiabana tinha uma lenda. Dizem que Simão da Silva Arraya enterrou um recipiente (talvez uma garrafa) contendo diamante nas proximidades da grande pedra. Arraya marcou a pedra com os dizeres “S. S. Arraya – 1871”.

O povoamento de Barra do Garças teve seu início por nordestinos, baianos,maranhenses,pernambucanos, cearenses,piauienses e outros.

Segunda fase: FUNDAÇÃO BRASIL CENTRAL:

A transferência da sede do município de Araguaiana para Barra do Garças se deu em 15 de setembro de 1948
e elevação a comarca em 12 de novembro de 1949, corresponde segundo o historiador Valdon Varjão, a segunda fase que o município viveu, de 1943 a 1964.

A região do oeste goiano e leste mato-grossense, neste período, viveu às expensas da Fundação Brasil Central, que criada pelo Ministro João Alberto, instalada em Aragarças em agosto de 1943,dominou a econômica e politicamente o Brasil Central, trazendo um afluxo de desenvolvimento e progresso à região, importando novos costumes, e até mesmo uma civilização aprimorada, inspirada nos grandes centros urbanos.Foi a fase lembrada e até saudosa que Barra do Garças viveu,pois conseguiu suplantar grandes municípios que lideravam a economia regional, ultrapassando Baliza,Lageado, Rio Bonito,Iporá e outros considerados melhores centros de polarizadores de ensino e economia da região.

Terceira Fase: INCENTIVOS FISCAIS

Na fase dos incentivos fiscais, de 1965 a 1973,os Projetos SUDECO (Superintendência de desenvolvimento do Centro – Oeste), e SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), incentivavam as empresas que se instalavam na região,criando oportunidades de emprego e atraindo grandes grupos financeiros.

Grandes fazendas foram instaladas na região, as principais ruas foram asfaltadas e arborizadas,foram implantados os serviços de energia ,água encanada e esgoto e começaram a surgir casa de comércio especializadas, tornando a economia local sólida.

Foram construídos hotel, escola, aeroporto, serrarias, cerâmicas,atraindo quem buscava recursos de saúde,emprego, educação e melhores condições de vida. A Ordem dos Salesianos assumiu a educação e a religião.

Os transportes e as comunicações passaram a ser feitos por veículos rodoviário e aéreos.

Um surto desenvolvimentista começou a se instalar em Barra do Garças partir de 1972, pelo salto dado na arrecadação do ICMS – Imposto de Circulação de Mercadorias, através das três últimas safras de arroz colhidas nos projetos de colonização.

Dos 43;4 milhões de cruzeiros do ICMS,arrecadados pela Exatoria Estadual de Barra do Garças,20,9 milhões (mais de 48%) foram recolhidos pela Coopercana, como resultado da primeira safra comercializada diretamente pela cooperativa.

Com base nas estimativas da safra de 1978, publicados no nº 04 da Revista Gazita, a Coopercana calcula que só ela deverá recolher mais de 70 milhões de cruzeiros de ICMS.
A crescente força econômica que os agricultores sulistas touxeram ao Minicípiode Barra do Garças foi amplamente divulgada pela Revista Gazita no seu primeiro ano de criação.
Para dar maior vazão aos Incentivos Fiscais,oferecidos pelo governo federal através do Imposto de Renda, e como o município de Barra do Garças era um dos mais prósperos e cercado por grandes fazendas com com criação de gado, incentivados pelos programas de desbravamento e ocupação da Amazônia Legal, que em Mato Grosso atingiu o paralelo 16, abrangendo todo o município de Barra do Garças.

Criaram-se a partir de 1964 as maiores fazendas de gado na região, como: Suiá - Missu, 2 Ancoras, Fazenda Brasil, Guanabara, Saudade, Taguaral, Alvorada, Santa Silvia, Santa Lúcia, Bonança-Açu etc. elevando até 1973 o rebanho bovino do município a 1milhão e 300 mil reses.

Contribuindo para o progresso e atraídos pelos incentivos fiscais, o Grupo Drurys, iniciou a implantação da fábrica de uísque e o grupo Três passos construiu o Frigorífico Sudanisa,com capacidade para o abate de 1.000 reses diárias.

A cidade nesta gestão do então prefeito Valdon Varjão, contou com um plano diretor de arborização, calçamento e asfaltamento das ruas e avenidas, esgoto e iluminação elétrica pela Celg.
Barra do Garças passou a viver uma fase de afluência de capitais paulistas, com a compra de grandes faixas de todo terras no município para exploração pecuária, usando dos benefícios de incentivos fiscais oferecidos pelo governo através do Imposto de Renda.

A aquisição de terras se tornou a vida econômica regional, e a criação de gado o melhor investimento, pela rentabilidade oferecida pelos programas elaborados pelo governo para desbravamento e ocupação da Amazônia Legal, que em Mato Grasso atingiu o Paralelo 16, abrangendo Barra do Garças e mais os vinte municípios que dela se emanciparam, sendo eles:
General Carneiro, Novo São Joaquim, Campinápolis, Nova Xavantina, Araguaiana, Água Boa, Canarana, Querência,Ribeirão Cascalheira, Alto da Boa Vista, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, Porto Alegre do Norte, Confresa, Santa Terezinha, Vila Rica, Canabrava do Norte, Luciara e Cocalinho.

A contribuição de Valdon Varjão para a história de Barra do Garças é imensurável. Sempre se preocupou em cultivar amizades e registrar todos os momentos vivenciados, foi catalogando recortes, arquivando registros e fatos e compondo sua história para que a mesma pudesse ser compartilhada com a juventude, desta forma se tornou o maior arquivista de fotos e imagens antigas da terra e do povo da região. Relatou as lendas e mistérios que envolve nossa cultura barragarcense com as do mistério da Serra do Roncador,com as lendas do desapareciomento do Coronel fawcett, que até hoje atrai turistas do mundo todo.

Varjão conheceu todas as figuras de sua geração, foram quase meio século de militância política iniciando por Getúlio Vargas, Filinto Muller,juscelino Kubitischeck,Irmãos Vilas Boas,Tancredo Neves,por quem foi visitado em Barra do Garças por mais de uma vez e que por muito tempo manteve correspondência.

Quando todos pensavam que Varjão havia abandonado a política,reaparececomo candidato a vereador nos anos 90. Eleito, continuou sua contribuição para o desenvolvimento de Barra do Garças, sua história e seu povo. 

A quarta fase: DOS GAÚCHOS E AGRICULTURA.

Denominada pelo historiador Valdon Varjão, a partir de 1974, devido a migração e colonização gaúcha, pode ser considerada o passo decisivo da implantação da agricultura de nível extraordinário. Os núcleos Canarana I,II E III,Serra Dourada, Fazenda Brasil, Fazenda Bonança-açu, Água Boa e Garapu, onde na safra de 1980,houve a produção de mais de 8 milhões de sacas de arroz, ou seja;500 mil toneladas do produto,sendo portanto considerada a maior produtora rizícola do país. Foram criadas cooperativas para imigrar colonos gaúchos para a região, com o objetivo de implantar a agricultura, Foi introduzida a tecnologia no trabalho da terra, com grandes áreas plantadas. Ao longo dos anos , a pecuária moderna foi sendo introduzida e incentivada. Não foi casualmente que Barra do Garças passou a ser considerada a “Capital das Agropecuárias”, devido as grandes fazendas implantadas na região devido à sua localização e ao tipo de solo composto de 65% tipo cerrado e campos excelentes para a criação de gado vacum,tendo inúmeros criadores que efetuaram sua criação de gado, “na larga”,ou seja; sem cercas nem pastagem formadas, principalmente os que situamentre os Rios das Mortes, Cristalino e Araguaia. Mas que aos poucos vão se adaptando ao sistema de arar a terra e plantar o capim, valorizando assim as terras adquiridas e aprimorando sua produção através da aquisição de matrizes e touros, passando Barra do Garças a ter a maior produção bovina do estado. As fazendas da região hoje são referência em tecnologia de melhoramento genético confinamento e criação de gado de corte.

Vale ressaltar que é considerada a capital do novilho precoce.Abrindo suas porta para a ovinocultura, pois temos a maior produção de ovinos do Centro Oeste.
Ainda hoje, Barra do Garças tem na pecuária sua principal atividade econômica,seguida da lavoura e da produção hortifrutigranjeiros com grande produção de carne e um frigorífico em expansão a nível internacional.

Sua população é formada por gente jovem, porém ainda vive uma fase de consolidação de sua economia.Barra do Garças é pólo de 26 municípios que dela foram desmembrados nas áreas de educação, saúde, lazer e comércio. O setor imobiliário está em plena expansão e faz-se necessário a exploração dos recursos naturais de forma sustentável.


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